quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sorte e Felicidade - Minha História Inventada

 Minha História Inventada

Sorte e Felicidade


Era uma vez três sortudos: um pescador, um caçador e um lenhador. Todos os dias cada um iam para seu trabalho de caçar, pescar e catar lenha.
E aconteceu que a verdadeira sorte visitou cada um deles, pois, o pescador encontrou no ventre de um peixe, um diamante que valia bilhões de Dólares. O caçador achou dentro de uma onça, uma joia muito valiosa que logo a vendeu carissimamente. E o lenhador encontrou uma botija escondida em um caule de uma árvore, com dinheiro em quantidade incontável.
Assim, partir de então, ao se reverem novamente contaram as novidades em que o pescador tornou-se conde, o caçador virou um barão e o lenhador transformou-se um rico fazendeiro, tudo isso em um instante para outro.
-No meu castelo, só resta um peixe de tantos que tinha caçado!
-Eu também só tenho agora três peles de onça, as tantas outras já se gastaram.
-Na minha fazenda, só da lenha pra mais uma fogueira, já usei todas na lareira.
Eles passaram mais alguns minutos falando do eram e do que passaram a ser e do que tinha e agora passaram a ter até que na despedida o lenhador propôs:
-Porque não se reencontramos outra vez? Eu ainda tenho muito pra contar. Acho que vocês também, não?
-A ideia é boa, mas só tenho tempo livre nas noites, tenho muito pra organizar no dia-a-dia... - Lamentou o caçador.
-Eu também. - Disse o pescador por sua vez- Mas poderíamos se encontrar a noite mesmo, no acampamento central de nossos pertences. O peixe, assamos na fogueira e as peles servem de casaco, que tal?
-Isso mesmo, temos que ter tempo para os amigos!- Todos concordaram.
A semana passou lentamente, até que finalmente chegou à sexta de noite e logo, logo já estavam juntos no acampamento central. Eles conversaram bastante, em meio a risos, surpresas, espantos e até lágrimas! Quando já estavam decididos a retornarem a seus pertences, o caçador suspirou:
-Caçar me dar saudades...
-Pois é!- Completou o Lenhador- procurar lenha, pra min era como uma aventura, mas temos tudo nas mãos e não precisamos se esforçar mais pra termos o queremos.
-Mas... -pensou auto o pescador. - O que a sorte tem haver com a felicidade?
Os três amigos também pensaram na situação e repararam que ninguém os empatava de fazer o que queriam. Assim, juntos pescaram, caçaram e pegaram lenhas juntos a divertirem ao entender o verdadeiro sentido da vida, que é o que queremos realmente ser.
Moral:
Pois nem a riqueza, nem a pobreza, nem a alegria, nem a tristeza, nem a saúde, nem a doença importam para termos um coração feliz. Isto é que faz a diferença!

A Vila Polonies - Minha História Inventada


 Minha História Inventada: 

A vila Polônies


Era uma vez, um homem muito pobre que estava a caminho de Polônies, uma vila pequena que existia na fronteira do seu país. Sempre ouvia dizer que lá, apesar de ser um pequeno povoado e que era muito calma e unida.
Estava decidido em ir mendigar por lá. Depois de andar muito finalmente chegou à vila. Descansou cinco minutos na sobra de um abacateiro e ainda muito cansado e com sono, levantou-se para pedir um pouco de comida a um dos moradores polônienses.
Foi de encontro a uma casinha pequena, mas que cheirava muito a boas comidas, e foi logo pedindo alimento a uma senhora de rosto muito bondoso que olhava pela janela. A senhora sorrindo foi até o fundo da casa e trouxe um belo prato, bem colorido.
Sem esperar a senhora levantou o prato ao auto e jogou-a em seu rosto, e com o talher sovava o alimento em sua boca.
–Toma, come, enche o bucho! – Dizia ela enquanto o coitado saia correndo entalado.
Foi até outa casa em busca de agua, pois o cuscuz o havia entalado horrivelmente.
- Um c-c-copo d-de a-au-gua po-por favor!
Este homem que Le atendera correu até a sua cozinha e trouxe um balde cheio.
O mendigo maravilhado já ia agradecer pela generosidade daquele homem, quando este pegou o balde e jogou com toda força em seu rosto deixando-o completamente encharcado. Logo após fechou a porta levando o balde seco.
Agora com muito frio, resolveu ir até outra casa apelar por um pá de vestes. Caminhou um pouco e contemplou uma bela casa e uma jovem de rosto muito belo e bondoso e pediu roupas a ela. A jovem adentrou em casa e voltou com um pá de roupas femininas, sujas, velhas, rasgadas e curtas.
Sem escolhas e irado vestiu-as e decidiu ir até o palácio do rei da vila Polônies se queixar da brutalidade daquela gente. Logo que chegou foi logo contando tudo ao rei mostrando-se muito aborrecido. O rei olhou-o bondosamente e falou:
- Somos assim mesmo, meu jovem. Por isso estás preso!
Vieram dois guardas do rei e levaram aos gritos o pobre inocente até a prisão que era logo atrás do palácio.
No outro dia o homem foi libertado. E ao sair muito revoltado, viu o rei na janela do palácio a admirar sua vila, exclamou:
- além de ser muito maltratado por seu povo, ainda mandas- me preso sem causa ou motivo algum!
O rei olhou para baixo com um olhar de pena e falou:
- Somos assim mesmo, meu jovem. Acho que você não notou, mas foi Le dado comida, agua, banho, vestes e uma noite de descanso, o que queres mais?
O pobre mendigo, já ficando meio maluco foi embora de Polônies.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Frases de Livros e Leitura


FRASES DE LIVROS E LEITURA




Ler é viver uma aventura, é a ponte para viajar a outros mundos.

Quando abro um livro, as letras viram cenas, e quando fecho, sinto que estive  num lugar bem longe, e assisti uma aventura bem de perto.

Livre como imaginar
Ler é como viajar a outro lugar
No passado ou no futuro, não sei
Mas sei que fui e voutei!

Quando você começa a ler um livro, você ver a mente do escritor. Ele  viaja sem tumo e descereve num papel até onde foi.

Toda obra de um autor tem a parte do leitor. Mesmo descrito, você é livre para imaginar da sua forma.

Um livro era pra ser muito pesado pois dentro dele guarda um mundo.


by: Thiago Brasileiro